Metodologia Santos Lab de inteligência agrícola

A Santos Lab, buscando uma perfeita parceria entre tecnologia e o agronegócio, tem o objetivo de transformar dados de campo em informações úteis ao produtor, garantindo melhor eficiência, economia e maior qualidade nos resultados do campo.

Desta forma, nosso time de agrônomos oferece aos agricultores diagnósticos precisos sobre a situação do campo, desde qualidade do solo, necessidades de correção, mapas de aplicação de insumos, contagem de indivíduos, mapas de invasoras, áreas de estresse, quantificação e identificação de pragas incluindo nematoides e outras informações importantes para o bom desempenho da lavoura de forma mais rápida e rentável.

Os resultados são alcançados graças à inteligência e tecnologia oferecidas por trás das metodologias que utilizamos, desenvolvidas através dos conceitos dos mais renomados centros de pesquisa em agronomia no mundo.

Nossa metodologia inclui:

  • elaboração do relevo da lavoura;
  • imageamento aéreo;
  • estudo de capacidade hídrica;
  • equipe própria para coleta de solo e amostras de cultura com equipamentos de última geração;
  • análises laboratoriais em laboratórios próprios e parceiros de qualidade renomada;
  • acompanhamento por técnicos e engenheiros agrônomos na gestão agrícola;
  • cruzamento de dados e geração de índices espectrais;
  • elaboração de mapas temáticos de cada fase de desenvolvimento envolvendo todas as camadas de informação da cultura;

Dessa forma, o produtor terá as informações necessárias para agir de forma rápida e assertiva na sua plantação.

FASE 1 – Monitoramento, imageamento, captação e amostragem

O serviço de monitoramento, que normalmente é feito por satélites e sofre com a interferência de nuvens e pela baixa resolução das imagens, na Santos Lab é realizado por Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs), o Carcará I e Carcará II, equipados com tecnologia de ponta. Nossa equipe técnica vai até o campo e faz a coleta de amostras de solo, plantas e invasoras para análise em nossos laboratórios, onde temos sistemas de georreferenciamento de última geração.

FASE 2 – Processamento de imagens, leitura e análise de dados e diagnósticos

As imagens dos VANTs, juntamente com as amostras coletadas pela equipe de campo vão para nossos laboratórios onde inicia-se o processo de leitura de dados e análise. Nesta fase, são identificadas as localidades que apresentam problemas na cultura, problemas de solo, necessidades de correção de nutrientes, quantidade de pragas, invasoras ou doenças presentes na plantação.

FASE 3 – Aplicação de soluções

Essa é a hora de voltar ao solo e aplicar as soluções. A Santos Lab, já com o resultado dos diagnósticos, oferece ao agricultor todas as informações para as ações em campo. Desde a programação do maquinário agrícola até a determinação de concentração dos corretivos, que auxilia na quantidade das aplicações e na taxa variável ou fixa.

 

FASE 4 – Resultados em tempo hábil

Ao fim de toda a metodologia desenvolvida pela Santos Lab, o agricultor obtém a recomendação de ações corretivas da sua lavoura em tempo hábil. A partir do uso mais adequado e inteligente dos insumos e recursos disponíveis, o agricultor se beneficia com o aumento de eficiência e qualidade na lavoura.

Planos para contratar nossa metodologia

​A Santos Lab tem um plano de trabalho que se adapta a realidade operacional de cada cliente, pois acreditamos na personalização dos serviços para podermos agregar o máximo de eficiência ao produtor.

Teremos muito prazer em encontrar um plano especial para você. Entre em contato conosco para garantir os melhores resultados na sua próxima safra!

O Aumento do uso de drones e suas regras

Ter ou apenas pilotar um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT), conhecido popularmente como drone, virou assunto do momento. Graças aos avanços tecnológicos, hoje já é possível realizar, por exemplo, filmagens aéreas que antes só seriam possíveis através de aeronaves tripuladas, com custos exorbitantes.

Outro fato que facilitou a popularização dos drones foi a regulamentação pela ANAC,  que entrou em vigor desde 2017. Mesmo existindo algumas restrições ao uso dos VANTs, a ANAC considera um saldo positivo para o desenvolvimento da aviação civil, já que mais de 40 mil drones foram registrados no sistema.

As normas restritivas concentram-se, principalmente,  em relação aos voos feitos nos centros urbanos. Nessas áreas, ainda há muita insegurança por parte das autoridades que comandam o espaço aéreo devido aos seguintes fatores:

  • grande quantidade de pessoas;
  • excesso de construções;
  • circulação de outros veículos;
  • registro de imagens sem permissão;

Outros serviços devem se popularizar. Entregas de livros e medicamentos, por exemplo, já estão sendo feitas de forma experimental em alguns países. A principal vantagem é a agilidade, que no caso da área da saúde, por exemplo, pode salvar vidas.

Entretanto, quando se trata de áreas abertas e sem o trânsito de muitas pessoas ou veículos, o trabalho utilizando aeronaves não tripuladas pode ser otimizado. Neste quesito, o setor agrícola e os produtores rurais têm se beneficiado com a inovação. No cultivo de grãos, por exemplo, onde é necessária a supervisão de grandes terrenos e das plantas, o monitoramento apenas manual torna-se inviável. É aqui que a tecnologia dos VANTs é aproveitada.

Uso dos drones na agricultura

Na Santos Lab, a tecnologia de ponta desenvolvida nos Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) faz parte do novo conceito de inteligência agrícola. Estes equipamentos agilizam processos importantes do cultivo, como monitoramento e amostragem. Consequentemente, há a redução de tempo e gastos. Unindo o uso dos VANTs à uma gestão precisa e assertiva, os resultados são positivos para o produtor, pois o aumento da quantidade e qualidade da safra é apenas um dos ganhos.

Os drones englobam o uso de computadores, GPS e câmeras. Eles têm a função de realizar sobrevoos precisos, com o objetivo de mapear toda a plantação de forma rápida e sempre que necessário, sendo controlados remotamente por um operador. As imagens de alta precisão capturadas por eles após o mapeamento são usadas para leitura de dados e desenvolvimento de diagnósticos. Esta tecnologia auxilia na detecção de problemas na plantação, como doenças, estresse e pragas, por exemplo.

Comprei um drone! E agora?

Independente da utilização, seja no campo ou na cidade, as regras são as mesmas. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) editou em maio de 2017 um regulamento especial com regras gerais para o uso civil de aeronaves não tripuladas no Brasil. A regulamentação garantiu segurança jurídica aos fabricantes e usuários, além de possibilitar a utilização profissional e recreativa, fato que, combinado com as inovações tecnológicas, contribuiu para o crescimento das vendas desses veículos.

A ANAC e as demais autoridades responsáveis pelas regras de utilização planejaram o regulamento para garantir a segurança no território nacional. Nós apoiamos o uso seguro de VANTs na sua lavoura e nos dedicamos para que a sua experiência com os nossos serviços seja plena. Logo abaixo você encontrará algumas das regras principais para quem tem interesse em pilotar um VANT.

  1. Necessário ser maior de 18 anos.
  2. Para pilotar um drone acima de 400 pés (121 metros), mesmo o equipamento possuindo menos de 25 kg, o piloto deve ter licença, habilitação e um certificado especial.
  3. Segundo a ANAC, a operação dos VANTs só pode ser feita com um raio de distância de 30 metros entre o veículo e pessoas não envolvidas no voo.
  4. Os equipamentos devem respeitar a restrição de não operar nas zonas de aproximação e decolagem de aeródromos, mantendo o equipamento sempre ao alcance da visão do piloto.
  5. É proibida a utilização de aeromodelos motorizados próximos às áreas ou instalações urbanas sensíveis ao ruído, como hospitais, templos religiosos, escolas e asilos, assim como na presença de público.

Nós Levamos a sério o trabalho com VANTS, sempre prezando pela segurança e total eficiência. Conheça nossos serviços envolvendo esta tecnologia.